sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Autárquicas 2013 - Sites dos partidos, eleitores e resultados

As eleições autárquicas 2013 têm a particularidade de apresentar um novo mapa administrativo, que pode suscitar, nos eleitores, algumas dúvidas sobre o local em que vão votar.







logo_autarquicas2013



Na apresentação na mesa de voto, o eleitor deve indicar o seu número de eleitor e o seu nome, identificando-se com o seu Bilhete de Identidade ou Cartão de Cidadão, ou na sua falta, documento que tenha fotografia actualizada e que seja habitualmente utilizado para identificação.


Pode também identificar-se através de dois eleitores que atestem sob compromisso de honra a sua identidade ou ainda pelo reconhecimento unânime dos membros de mesa.


 


Conheça o seu nº de eleitor e freguesia onde votar:


Cartão Eleitor


 


Informação sobre recenseamento e eleições:


Como Votar


 


Divulgação oficial dos resultados:


Resultados


 


Para consultar os sites dos partidos concorrentes às eleições autárquicas e fontes de informação relacionada


 


 


Partidos e Coligações



































B.E. (nova janela)



Bloco de Esquerda



CDS-PP (nova janela)



CDS – Partido Popular



PCP-PEV (nova janela)



CDU – Coligação Democrática Unitária



MEP (nova janela)



Movimento Esperança Portugal



MMS (nova janela)



Movimento Mérito e Sociedade



PCTP/MRPP (nova janela)



Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses



MPT (nova janela)



Partido da Terra



P.H. (nova janela)



Partido Humanista



PNR (nova janela)



Partido Nacional Renovador



POUS (nova janela)



Partido Operário de Unidade Socialista



PAN (nova janela)



Partido pelos Animais e pela Natureza



PPM (nova janela)



Partido Popular Monárquico



PPD/PSD (nova janela)



Partido Social Democrata



PS (nova janela)



Partido Socialista



PTP (nova janela)



Partido Trabalhista Português



Grupos de Cidadãos (nova janela)



pdf - Grupos de Cidadãos Grupos de Cidadãos


 


 


Outros sites úteis



 


 


Onde devo votar ?


Pode obter esta informação na semana anterior ao acto eleitoral, junto da Comissão Recenseadora que funciona na junta de freguesia da sua área de residência. Esta informação pode ser também obtida junto das Câmaras Municipais (CM). A informação sobre o seu número de eleitor pode ser obtida:



  • através da Internet em www.recenseamento.mai.gov.pt;




  • enviando SMS grátis para 3838 (escrevendo RE espaço nº de BI ou CC espaço Data de Nascimento no molde AAAAMMDD).



 


 


Posso votar pela Internet?


Em Portugal não é possível votar electronicamente. Contudo, foram já realizados alguns testes de votação electrónica em assembleias de voto e trata-se de uma matéria que está a ser acompanhada pela Administração Eleitoral, nomeadamente integrando grupos de trabalho internacionais que analisam as experiências que vão surgindo pelo Mundo fora.


A 1º experiência-piloto de voto electrónico foi realizada nas eleições autárquicas de 1997, em várias assembleias de voto de uma freguesia de Lisboa, sem contar para os resultados oficiais.


O sistema consistiu numa máquina de voto onde aparecia o boletim de voto. Era dado a cada eleitor um leitor de cartão electrónico, formatado e identificado, como sendo uma chave para votação, e vazio de votos, para lhe dar a possibilidade de lançar um voto na máquina electrónica.


O voto efectuado era registado no cartão electrónico, que podia ser introduzido numa urna electrónica de controlo. Depois de lido e registado na memória da urna, era apagada a informação do voto permitindo que o cartão pudesse ser utilizado pelo eleitor seguinte.


Nas eleições autárquicas de 2001, foram acrescentadas algumas melhorias ao sistema e efectuadas experiências-piloto para assembleias de voto de uma freguesia do distrito de Lisboa e outra do distrito do Porto, sem contar para os resultados oficiais.


Nas eleições europeias de 2004 foram testados três sistemas diferentes de votação electrónica em assembleias de voto de 9 freguesias de diferentes concelhos de várias regiões do continente.


Nas eleições legislativas de 2005, foram utilizadas tecnologias de suporte à votação dos cidadãos com necessidades especiais com as quais se realizaram experiências-piloto.


Realizou-se também uma experiência de votação pela Internet para eleitores recenseados no estrangeiro. As votações realizadas nestes projectos também não contaram para os resultados oficiais.


Para aprofundar este tema, informe-se sobre o projecto Voto Electrónico no portal da UMIC em


 



www.votoelectronico.pt



 


 


 


Como foram reorganizadas as Freguesias ?


 


A Assembleia da República aprovou a Lei n.º 56/2012, de 8 de novembro e Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro que introduzem uma reorganização administrativa do território das freguesias (RATF):


 


 


Histórico de Resultados



Ao clicar sobre uma das datas será redireccionado para a respectiva página no site de Resultados Eleitorais da Comissão Nacional de Eleições (CNE).


Câmara Municipal



1976 1979 1982 1985 1989 1993 1997 2001 2005 - 2009



Assembleia Municipal



1976 1979 1982 1985 1989 1993 1997 2001 2005 - 2009



Assembleia de Freguesia



1976 1979 1982 1985 1989 1993 1997 2001 2005 - 2009



 


 


 


Tesourinhos das autárquicas :


 



Autárquicas 2013



 





Pais colocam filhos em perigo ao partilhar fotos no Facebook

Facebook responsável pela insegurança das crianças já que os pais colocam em perigo os seus próprios filhos ao publicar e partilhar as suas fotografias. Um estudo da EU Kids Online conclui que muitas vezes são os próprios pais que colocam os filhos em perigo nas redes sociais com a publicação de fotografias.







Menino-Facebook


 


Estas imagens podem, posteriormente, ser partilhadas por pedófilos, como sucedeu recentemente no Facebook .


O perigo da publicação, muitas vezes pelos próprios pais ou família, de fotografias de crianças na Internet é conhecido e é, inclusivamente, uma das conclusões de um estudo da EU Kids Online, uma organização europeia que alerta para os efeitos da “pegada digital das crianças”.


Mas a questão ganhou recentemente mais destaque, quando começou a circular na rede social Facebook um perfil com o nome ‘Juan Carlos’ que partilha fotografias de crianças (todos menores de dez anos) às quais estavam agregados comentários sexuais.


“O Facebook bloqueia tudo o que é pornografia ou nudez. Neste caso, os conteúdos não eram muito óbvios,” explica Gustavo Neves, coordenador da Linha Alerta Internet Segura, uma organização apoiada pelo Ministério da Educação.


“Como fazemos parte de uma rede organizada presente em 38 países, temos canais especiais para o Facebook. E, depois de fazermos o alerta, foi rápido: demoraram umas duas horas e meia. Mas em geral, nos casos mais óbvios, eles [a empresa de Mark Zuckerberg] costumam ser bastante rápidos e eficazes com as denúncias feitas por utilizadores normais,” referiu Gustavo Neves, salientando que só sobre este caso receberam “duas mil denúncias.”


O caso está agora nas mãos da Polícia Judiciária que recusou adiantar pormenores sobre o caso “enquanto decorre a investigação.” Contudo, Gustavo Neves avisa que “mesmo que se venha a descobrir que foi uma brincadeira de mau gosto, pode haver consequências severas.”


 


Conheça os perigos de mostrar os seus filhos no Facebook


 




No Facebook, o risco de outros usarem as fotos do seu filho “nem sempre vem de fora”. Pode vir dos próprios ‘amigos’






Smartphone ou câmara em punho. A oportunidade é boa, a pose também. Basta um clique para fotografar mais uma memória do seu bebé e publicá-la no blogue que vai mantendo actualizado. Semanas depois, descobre essa imagem num anúncio de venda de um bebé para redes de pedofilia, num portal “muito conhecido” de classificados da Internet. O caso é extremo, mas a história é verídica e veio etiquetada como o “pior” exemplo que Tito de Morais se lembrou. O fundador do site MiúdosSegurosNa.net pegou neste episódio para avisar que pode acontecer a qualquer pai ou mãe que opte por partilhar imagens dos filhos na Internet: “Hoje as crianças ainda não nasceram e já têm presença no Facebook. Até há pais que publicam logo as ecografias.”


Seja sozinhos ou acompanhados, ainda bebés ou já pré-adolescentes, é quase impossível garantir a segurança de uma imagem na Internet. Entre blogues, redes sociais ou sites pessoais, “é muito difícil resistir à tentação de partilhar as fotografias dos nossos filhos”, reconheceu Tito de Morais, também ele pai de dois rapazes, com 10 e seis anos.


13797081613281


 


E o perigo nem sempre vem de onde mais se espera. “A percepção que os pais têm é de que o risco vem de pessoas de fora”, alertou ao i, corrigindo uma sensação que fez a conversa chegar logo ao Facebook, onde os 13 anos são a idade mínima para se criar uma conta. Até lá, fotografias de crianças só pela mão dos pais: “As pessoas que nos são próximas, amigos do Facebook, podem não gostar de nós e sabem quais os botões onde podem carregar para nos doer mais.” E aqui não há estratégia mais dolorosa: “Os nossos filhos são o principal botão, um que nos dói muito, [e] quem nos quer atingir sabe-o”.


 


pedo1


 


Um computador e cinco minutos de paciência no Facebook são suficientes para descobrir algum amigo com fotografias publicadas do ou com o filho. E tempo também não é muito até se descobrir uma página aberta a terceiros, fora do círculo de amigos, de uma mãe com imagens do seu bebé. “Há pais que têm a ilusão de que o Facebook e outras redes sociais são feitas só por pessoas boas. Mas as pessoas más também as usam.” O alarme não se esgota por aqui. Nada garante que um novo amigo adicionado não o deteste e nunca haverá maneira de descobrir se copiou uma imagem e a publicou num portal de classificados.


 


pedofilia


 


Escolher bem os amigos será portanto o conselho mais óbvio. E o mais drástico será não publicar nada. É isso que faz Filipa Iglésias. Com um filho de quatro anos, a advogada tem “um cuidado quase fundamentalista” e “não tem quaisquer fotografias pessoais ou do filho” na Internet – onde tudo o que seja publicado “está visível para o mundo inteiro, por mais detalhadas que sejam as políticas de privacidade de cada site.”


EXIBICIONISMO Mas nada publicar numa rede social vai contra a sua natureza, que “assenta na partilha de conteúdos”, recordou Tito de Morais. E “uma pessoa, se quiser utilizar estas redes, é praticamente forçada, estimulada e incentivada a fazer essa partilha”. Uma tendência também criticada por Eduardo Sá, preocupado por “a determinada altura, essa partilha se tornar um exercício mais ou menos compulsivo”, resultando numa “exposição que pode ser excessiva”. Nesses casos, o psicólogo defende que há “um certo exibicionismo” dos pais, que quase fazem do Facebook “um índice de notoriedade e visibilidade”.


Por vezes, diz o psicanalista, “apenas falta um post a dizer: ‘Admirem-me e vejam só como sou bom pai’”. Uma moda “escorregadia” e que “chega a ser compulsiva.” Eduardo Sá até recordou o caso de uma mãe, na praia, que “trocava mensagens pelo Facebook, a questionar se devia ou não dar água ao filho, para ele beber”, com este “à sua frente, ao sol, à espera”.


Filipa Iglésias contorna esta tentação de partilha através do email, que usa “quando [quer] partilhar com amigos e família” as fotografias do filho. “O direito à imagem é fundamental, e a intimidade do meu filho não me pertence. Cabe-me protegê-la o mais que puder, e é o que faço.” Uma vez online”, lembra advogada, “fica à disposição do mundo inteiro”.


A cautela também se alastra a Rita Oliveira. No seu dia-a-dia, prefere o bom senso ao fundamentalismo. “Não podemos cair em medos exagerados. Para mim faz parte do bom-senso de uma mãe ou de um pai não publicar uma imagem no Facebook do filho a tomar banho, por exemplo”, argumentou. Quando nasceu a filha, há quatro anos, “o Facebook não tinha o impacto que tem agora” e as “definições de privacidade não eram muito boas”. A coisa cresceu (a sua popularidade também), e hoje, dos 484 amigos que tem no Facebook, Rita só ‘mostra’ as fotografias que publica a 105 deles, “os mais chegados” e com quem mantém “uma relação de confiança”.


Deste modo, “não parece que acarrete muitos riscos”. Com Inês Cardoso, os “cuidados maiores” caem sobre evitar “tudo o que tenha a ver com localizações, identificações e rotinas” no Facebook, que possam conceder dados sobre os seus dois filhos, de nove e cinco anos. Inês partilha imagens mas “não dramatiza”, apesar de saber que “por muito cuidado que tenha pode haver algum amigo que pegue na imagem e faça alguma coisa com ela”.


Perigos que um projecto português diz evitar. A LimeTree não é uma rede social. Não quer partilhar, mas antes guardar com “segurança e a privacidade” os “conteúdos dos utilizadores”. Isto por não ser um serviço vocacionado à partilha. “Como o Facebook”, explicou Pedro Veloso, um dos três fundadores do site, lançado em 2012 e concebido como “um espaço privado” onde se “guardam conteúdos” que são alojados na mesma forma e local “dos dados do NASDAQ, a bolsa tecnológica de Nova Iorque”, nos EUA.


“NÃO TER MEDO DE TUDO” Mas os rastos fotográficos de crianças não se detectam só em redes sociais. Em blogues também se partilha, e aqui não há sequer definições de privacidade. “Não creio que possa vir daí assim tanto mal ao mundo. As fotos podem circular na Internet, mas também as dos filhos da Angelina Jolie, do Tom Cruise e do David Beckham, e eles são infinitamente mais apetecíveis do que os meus”, conta Sónia Morais Santos, ao falar das imagens que “raramente” já publicou dos três filhos no seu blogue, “Cocó na Fralda”.


Sofia até admite uma certa “vaidade tola” nas poucas vezes que publicou fotografias no seu blogue. “O mundo é cruel, mas nós vivemos cá e não me parece normal esconder-me”, justifica, quando se lembra dos perigos que, por norma, espreitam nestas situações: raptos ou pedofilia. “Se for pensar nisso, tenho de começar a tapá-los quando andam na rua, na escola, em todo o lado”, enumerou, já que “pode sempre haver quem esteja a olhar para eles com esses pensamentos”.


Também Rita Oliveira “não pensa nisso”, ao equiparar a possibilidade de uma imagem no Facebook conduzir a um caso de pedofilia à probabilidade “de alguém poder estar a observar” a sua filha “num jardim infantil ou no recreio da escola”. Tudo “riscos que existem”, confessa, mas não se deve “ter medo de tudo” nem “prender as crianças em casa”.


Também partilha ou publica fotografias dos seus filhos no Facebook ?


 





 



segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Consultar online o Orçamento Estado 2014 simplificado

Orçamento de Estado para 2014 vai ter uma versão paralela mais simples e reduzida, destinada aos cidadãos. O documento vai ser publicado online.

orçamento estado 2014 trocado por miudos

O objetivo do “Orçamento do Cidadão” é resumir o Orçamento de Estado, mas principalmente retirar a complexidade técnica e o detalhe de informação da proposta , numa tentativa para “trocar por miúdos” as opções estratégicas do Governo.







O Governo vai lançar este ano o “Orçamento Cidadão”, um projecto para facilitar a leitura do Orçamento do Estado para 2014, simplificando em poucas páginas a linguagem técnica e os objectivos que constam da proposta de lei que o executivo tem de apresentar no Parlamento até 15 de Outubro.


A preparação do documento cabe ao Institute of Public Policy Thomas Jefferson-Correia da Serra, do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), sendo do Governo a responsabilidade “técnica”, que decorre das opções do próprio Orçamento.


No lugar das tradicionais mais de 300 páginas , o futuro documento não deve ultrapassar as 20 páginas e surgirá em formato eletrónico e disponível para consulta online, “muito provavelmente” entre uma semana a 15 dias depois da apresentação da proposta do OE, referiu o presidente do instituto de políticas públicas, Paulo Trigo Pereira, citado pela Lusa.


A preparação do Orçamento do Cidadão vai estar a cargo do Institute of Public Policy Thomas Jefferson-Correia da Serra e do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), mas a responsabilidade “técnica” do que for publicado online é do Governo.


Paulo Trigo Pereira admite que “trocar por miúdos uma coisa tão complexa como é o nosso Orçamento do Estado” vai ser “um grande desafio”, uma vez que o que está em causa é “transmitir a um cidadão comum, que não percebe nada de economia nem tem nada que perceber, as opções e as orientações do Governo em relação ao OE”.


Na versão disponibilizada online vai também estar patente a comparação com o ano anterior e a trajetória para os próximos anos, segundo o explicado pelo responsável político.


A ideia, explicou durante a apresentação da iniciativa a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, passa por simplificar a linguagem para que cada um interprete mais facilmente todo o enquadramento da estratégia orçamental.


O novo think tank, dirigido pelo economista Paulo Trigo Pereira, adiantou em comunicado que o documento sintetiza os pontos essenciais do Orçamento, com “quadros simplificados e linguagem objectiva” de modo a que os cidadãos percebam mais facilmente as “prioridades e decisões implícitas na política orçamental”. Objectivo: “trocar por miúdos uma coisa tão complexa” como o Orçamento, disse o economista aos jornalistas no final da cerimónia de assinatura do protocolo.


Quando o OE é apresentado à Assembleia da República com a previsão de despesa e de receita do Estado para o ano seguinte, são anexados à proposta de lei dezenas de mapas orçamentais (desde as receitas e despesas dos vários serviços, fundos autónomos, programas, Segurança Social às transferências para os municípios e freguesias). Com o documento segue também um extenso relatório (o do Orçamento deste ano tinha 276 páginas).


Já o “Orçamento Cidadão” terá 15 a 20 páginas e será um documento simples a apresentar “muito provavelmente” entre uma semana a 15 dias depois da apresentação da proposta do OE, em formato digital e disponível para consulta online.


A ideia base passa por “transmitir a um cidadão comum, que não percebe nada de economia – nem tem nada que perceber –, as opções e as orientações do Governo em relação ao OE; como se compara com o ano anterior e a trajectória para os anos vindouros”, acrescentou Trigo Pereira.


Segundo Maria Luís Albuquerque, a iniciativa pretende apresentar o documento “sem a especificidade técnica e o detalhe da informação que a proposta de lei exige, para que todos possam interpretar de forma autónoma as escolhas do Governo e o impacto que estas escolhas têm na economia e na sociedade”.


Na Europa, são ainda muito poucos os países que têm um “Orçamento Cidadão”, mas na Nova Zelândia e no Brasil há já experiência na produção de um documento idêntico. E “os países que são melhor avaliados em termos de transparência têm um orçamento do cidadão”, reforçou Paulo Trigo Pereira.


 


O que pensa desta ideia do governo de publicar online uma versão para “tó-tós” do Orçamento do Estado ?



quarta-feira, 18 de setembro de 2013

4.000 fotos novas por segundo no Facebook

Facebook são carregadas 14,58 milhões de fotos por hora ou seja 243 mil imagens por minuto que equivale a 4.000 fotos por segundo.


colagem-fotos



No total, os 1,15 milhões de utilizadores da rede social Facebook criada por Mark Zuckerberg partilham 4,75 mil milhões de conteúdos todos os dias, entre fotos, vídeos, comentários e posts.


Os populares “Gosto” do Facebook são mais de 4,5 mil milhões a cada 24 horas, período durante o qual são trocadas acima de 10 mil milhões de mensagens. Todos estes conteúdos fazem com que as infraestruturas de alojamento do Facebook guardem um manancial de 250 petabytes de dados.


Os números atuais são divulgados num white paper relacionado com a iniciativa Internet.org, sobre como tornar páginas e aplicações mais eficientes, em que o volume de uploads diários no Facebook é usado como um case study.


Apresentado em agosto último, o Internet.org é um projeto que une várias gigantes das TIC, como a Ericsson, a Samsung e a Qualcommo, além do Facebook, no objetivo comum de facilitar o acesso à Internet nos países onde ele ainda não está generalizado.


 



Estudo Facebook : white paper




4.000 fotos novas por segundo no Facebook

Test Post from Informatico.pt

Test Post from Informatico.pt http://www.informatico.pt