quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Sites de cartões e postais de boas festas gratis
Já lá vai o tempo em que as pessoas em Dezembro perdiam tempo nas filas dos Correios para conseguir mandar os seus cartões ou postais de boas festas.
Com a disseminação da internet, é muito mais fácil mandar emails com cartões e postais de boas festas a desejar bom natal e bom ano novo.
As opções de cartões virtuais são muito variadas, para tentar atender a todo tipo de mensagem que o utilizador queira transmitir, e ainda por cima são gratuitas.
A maioria dos cartões tem música e animação, com imagens a apelar para a emoção ou para o humor.
Alguns sites oferecem a opção para imprimir os cartões, que podem ser personalizados com o seu nome e sua mensagem original.
É muito fácil aproveitar este tipo de serviço de cartões e postais de boas festas.
Normalmente, ao aceder ao sites, há uma lista de opções de cartões e postais por data comemorativa, mas nesta época do ano todos já trazem os cartões de Natal na página inicial.
O utilizador então clica sobre os cartões para ver como são as animações e a música.
Depois de escolher o seu preferido, escreve a sua mensagem, preenche os espaços destinados ao seu e-mail e ao da pessoa que vai receber o cartão e é só enviar.
Normalmente, pode-se seleccionar a opção de receber uma confirmação de que o destinatário visualizou o cartão.
Ele poderá ainda responder a mensagem, num espaço destinado para isso.
Os sites oferecem também a possibilidade do utilizador se registarem para ter algumas vantagens, ou então tornarem-se em sócios, com acesso a outras possibilidades de cartões.
Assim, existem muitas opções para mandar cartões de natal ou de boas festas para os amigos.
Listamos abaixo alguns sites que fazem o envio do cartão de boas festas. Nesses sites você vai encontrar diversos modelos com cores, temas e textos diferentes nos cartões.
Sem dúvidas que irá encontrar cartões e postais de boas festas interessantes para enviar aos seus amigos e familiares.
Sites de cartões e postais de boas festas:
Se conhece mais algum sites de cartões e postais de boas festas
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Sites de cartões e postais de boas festas gratis
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Menina virtual Sweetie apanha 20.000 pedófilos na Internet
Com o objectivo de acabar com as actividades na internet dos pedófilos, uma ONG holandesa decidiu criar uma menina virtual de dez anos chamada Sweetie . É uma menina filipina que já conseguiu enganar cerca de 20.000 homens que se mostraram interessados em fazer sexo através de uma webcam com a criança.
Sweetie é uma menina filipina de dez anos. Todos os dias, durante dez semanas, sentou-se em frente ao computador com a câmara ligada e entrou em fóruns online. Durante esse período, foi abordada por mais de 20 mil homens, dos quais mil estavam dispostos a pagar para a verem em actos sexuais diante da câmara. Só não sabiam uma coisa: que do outro lado estava alguém a espiá-los.
A Sweetie, que parece uma criança real, afinal, não existe. É um modelo animado criado em computador pela organização não governamental (ONG) holandesa Terre des Hommes, para atrair e identificar predadores sexuais infantis na Internet. A organização queria avaliar a dimensão de um fenómeno que designa como “turismo sexual infantil através da webcam” e mostrar às autoridades que é fácil identificar os predadores.
A partir de um armazém em Amesterdão, uma equipa da organização usou a Sweetie como disfarce para entrar em fóruns online. Mais de 20 mil homens de 71 países abordaram a “menina” e cerca de mil – dos quais três portugueses – estavam mesmo dispostos a pagar para a verem em actos sexuais em frente à câmara. “Não pedimos nada [como pagamento] a menos que nos oferecessem”, explica o director de campanhas da organização, Hans Guyt, em declarações à cadeia australiana ABC. Enquanto isso, a equipa da Terre des Hommes tentava gravar tudo e procurar dados nas redes sociais que permitissem identificar os predadores – desde moradas a números de telefone e fotografias.
Segundo a organização, a maior parte dos homens (254) é dos Estados Unidos. Os restantes eram sobretudo do Reino Unido, Canadá, Austrália, Alemanha, Turquia, Itália, Holanda. Mas também de Portugal, embora em menor número. Guyt conclui que o turismo sexual infantil pela Internet envolve sobretudo homens de países desenvolvidos do Ocidente, que pagam para ver crianças de países pobres, como as Filipinas, em poses sexuais.
A Terre des Hommes adianta que entregou os dados recolhidos à Interpol. No entanto, questionada pela AFP nesta terça-feira, a organização internacional de polícia criminal disse que não recebeu qualquer informação, embora tenha conhecimento da investigação. “As autoridades holandesas irão transmitir esses dados depois de os avaliarem”, informou a Interpol num comunicado, recusando-se a comentar o assunto nesta fase. Apesar de reconhecer o “papel importante” das organizações não governamentais na protecção das crianças, a Interpol sublinha que “qualquer investigação criminal deve ser conduzida exclusivamente por investigadores especializados”.
A organização publicou um vídeo online no qual explica toda a investigação e criou também uma petição pública para pressionar as autoridades e os governos a agirem para resolver este flagelo.
Embora o turismo sexual infantil online seja proibido por leis nacionais e internacionais, em todo o mundo apenas seis homens foram condenados por este crime, segundo a organização. “Não é um problema das leis existentes”, afirma Hans Guyt. “A Organização das Nações Unidas estabeleceu leis que tornam este abuso infantil ilegal quase universalmente. O maior problema é que a polícia não actua até que as crianças vítimas de abuso apresentem queixa, mas elas quase nunca o fazem. Estas crianças são normalmente forçadas a fazer isto por adultos ou pela extrema pobreza. Por vezes têm de testemunhar contra a sua própria família, o que é quase sempre impossível para uma criança”, explica Guyt.
A organização quer que os governos adoptem políticas de investigação pró-activa, que capacitem as autoridades para investigarem os pontos públicos de acesso à Internet, onde este tipo de abuso acontece todos os dias. “Os predadores infantis que fazem isto sentem que a lei não se aplica a eles”, lamenta.
A Terre des Hommes acredita que o turismo sexual infantil através da Internet é tão devastador para as vítimas como o abuso físico. As crianças envolvidas neste tipo de prática sofrem normalmente de baixa auto-estima e apresentam sintomas de stress pós-traumático. Muitas vezes têm vergonha do que fazem em frente ao computador e sentem-se culpadas por isso, acabando por usar o álcool e as drogas para fugirem ao problema.
O pior é que o número de crianças vítimas de abuso sexual online continua a crescer, em parte devido ao facto de ser cada vez mais fácil aceder à Internet nos países em desenvolvimento. Com base em dados nas Nações Unidas e do FBI, a Terre das Hommes estima que existam 750 mil predadores sexuais infantis ligados à Internet em cada minuto.
“Ainda não é tarde de mais”, defende Guyt. “O nosso pior cenário é que aconteça com isto o mesmo que aconteceu com a pornografia infantil, que hoje é uma indústria multibilionária nas mãos de grupos criminosos”, rematou.
Assine a Petição na Internet
Menina virtual Sweetie apanha 20.000 pedófilos na Internet
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Site com propostas programas e metas curriculares
Propostas de metas curriculares e de novos programas estão disponíveis para consulta no site da Direção Geral de Educação, e permanecem em consulta pública até 02 de Dezembro, data até à qual podem ser enviados por e-mail contributos, crítica e sugestões que serão posteriormente analisados pelo grupo de trabalho e, eventualmente integrados no documento final.
Os documentos com a proposta das metas curriculares para o ensino básico não foram ontem, quinta-feira, disponibilizados aos responsáveis das associações de professores que compareceram na sessão de apresentação promovida pelo ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, e que decorreu durante todo o dia.
Por essa razão, os presidentes das associações de professores de Matemática, Português e Educação Visual e Tecnológica, quando contactados ao fim da tarde de ontem, pouco tinham ainda a dizer sobre as novas metas para as suas disciplinas.
Mas o que foi dado a saber na sessão de ontem deixou-os apreensivos. Elsa Barbosa, da Associação de Professores de Matemática, diz que “choca” o facto de a referência de base voltar a ser o ano e não o ciclo de escolaridade, o que aliás, vinca, contraria o programa em vigor. Neste estão definidos os conteúdos que devem ser trabalhados e adquiridos até ao final de cada ciclo. Mas nas novas metas as aprendizagens a adquirir estão identificadas ano a ano.
“Vai haver um conflito”, prevê. Mas sobretudo, alerta, com esta alteração põe-se em causa a possibilidade de tratar “de modo diferente aquilo que é diferente”, ou seja, os diferentes ritmos e capacidades dos alunos. “É como se tivéssemos uma “lista de supermercado” para aferir se já se comprou ou não um produto. Só que não é assim que se trabalha no ensino”, diz.
Segundo o ministério, as novas metas para já definidas para as disciplinas de Português, Matemática, Educação Visual, Educação Tecnológica e Tecnologias da Informação e Comunicação são “uma referência da aprendizagem essencial a realizar pelos alunos em cada disciplina, por ano de escolaridade”. São “objectivos cognitivos muito claros” para professores e alunos, indicou Nuno Crato numa conferência de imprensa realizada após a apresentação aos professores.
O ministro esclareceu que as metas vão “clarificar aquilo que, nos programas, deve ser prioritário, os conhecimentos fundamentais a adquirir e as capacidades a desenvolver pelos alunos ao longo dos diversos anos de escolaridade”.
Depois de um dia passado na apresentação, Filomena Viegas, da Associação de Professores de Português, sabe que o documento para esta disciplina tem 60 páginas. Na sessão de trabalho onde esteve havia dois exemplares que circulavam entre os presentes. Chegou a estar à sua frente apenas o tempo suficiente para perceber a “macroestrutura”. Não se pronuncia, portanto, ainda sobre as metas, mas o que lhe foi permitido ver suscita-lhe “reservas” e transmitiu-as na sessão de ontem.
“Existe um desfasamento em relação ao programa em vigor”, avisa. O programa de Português do ensino básico, que foi apresentado como tendo sido o referencial para a elaboração das novas metas, está “estruturado com base em competências, mas este conceito desaparece agora”, frisa. Com este passo, e pela mesma razão, deixa-se também de seguir o Quadro Comum de Referência para o Ensino das Línguas adoptado na Europa a partir de 2001, adverte.
No próximo ano lectivo, a disciplina de Educação Visual e Tecnológica (EVT) será dividida no 2.º ciclo em duas componentes autónomas. Por essa razão, as duas novas disciplinas foram escolhidas para integrar o primeiro lote das que terão novas metas curriculares. “Não se percebeu bem quais são”, admite José Alberto Rodrigues, presidente da associação de professores de EVT, que se mostra ainda mais preocupado pelo facto de não existirem programas para as novas disciplinas. Na prática, acrescenta, “não sabemos que conteúdos deverão ser leccionados já no próximo ano lectivo”.
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) colocou esta segunda-feira em consulta pública as propostas de novos programas de Português, Matemática e Física e Química A do ensino secundário, e novas metas curriculares de diversas disciplinas do básico e secundário.
«Com a preocupação de atualizar o currículo do ensino secundário – agora incluído na escolaridade obrigatória -, e tendo em conta alterações introduzidas no ensino básico, foram elaborados novos Programas de Português e de Matemática A, dos 10.º, 11.º e 12.º anos, e de Física e Química A, dos 10.º e 11.º anos, contribuindo para a coerência de todo o percurso escolar dos alunos», explicou o MEC, em comunicado.
Em junho deste ano o ministério já tinha homologado o novo Programa de Matemática do Ensino Básico, apesar das críticas dos professores da disciplina, que o consideraram «um retrocesso».
De acordo com o comunicado de imprensa do MEC, História, Geografia e Ciências Naturais, do 9.º ano do ensino básico, e Física e Química do 12.º ano, do ensino secundário, além das três disciplinas do ensino secundário que também têm novos programas, são as disciplinas que têm desde hoje metas curriculares em discussão pública, «dando início à terceira fase de um processo que começou com a revisão da estrutura curricular».
As metas identificam os conhecimentos a adquirir e as capacidades que se querem ver desenvolvidas em cada área disciplinar e ano de escolaridade.
No comunicado, o ministério explica que as metas «foram elaboradas por equipas disciplinares, que contaram com um grupo de consultores formado por diversos especialistas» e que «estão formuladas de forma clara e precisa, de modo a facilitar a sua consulta e utilização».
O objetivo, refere o ministério, é facilitar a planificação das aulas e permitir aos encarregados de educação acompanhar o progresso dos alunos.
«Na elaboração das metas de Física e de Química do 12.º ano foi considerada a atualização da carga horária semanal destas disciplinas, selecionando-se os conteúdos de modo a garantir uma distribuição equilibrada pelas três unidades do Programa e de tendo em conta o prosseguimento de estudos», explicou o MEC.
As metas curriculares para as disciplinas do 9.º ano de escolaridade têm que estar obrigatoriamente em vigor no ano letivo de 2015-2016. Quanto às metas das disciplinas do ensino secundário, para o 10.º ano entram obrigatoriamente em vigor em 2015-2016, as do 11.º ano de escolaridade no ano letivo seguinte, e as do 12.º ano em 2017-2018.
«Até à sua aplicação obrigatória, metas e programas serão documentos de referência, podendo ainda sofrer ligeiras adequações decorrentes da experiência da sua utilização» recorda o ministério citado pela Lusa.
Site: programas e metas curriculares
Site com propostas programas e metas curriculares